quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Projeto Pirada leva conscientização e aproximação da ciência a população sobre os bagres migradores da região amazônica.

Por

Por Jessie Silva

O conhecimento sobre os deslocamentos dos bagres que habitam nos rios da Amazônia, conseguidos por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), está sendo repassado às populações ribeirinhas cujo objetivo é estabelecer o que é possível retirar dos rios sem prejudicar a sustentabilidade do ecossistema.
A idéia do projeto por tratar-se de uma pesquisa sobre a migração de quatro espécies de bagres de água doce da região surgiram dos próprios pesquisadores, que corresponde à junção de uma pequena parte do nome de cada espécie no qual originou o título do projeto PIRADA ( PIRA de PIRAmutaba e PIRAíba e ADA de douraADA).
São os maiores migradores de água doce do mundo, pois percorrem o território geográfico e político de mais de cinco países amazônicos, num percurso de mais de 5 mil quilômetros para completar seu ciclo de vida.
O Projeto Pirada vem realizando um trabalho de identificação e caracterização genética dos estoques pesqueiros utilizando seqüências e controle do DNA mitocondrial, que permitem a identificação e localização dos peixes estudados.
Segundo os pesquisadores, além de conhecer a rota de migração das espécies, o projeto mostra-se de fundamental importância não só para melhor entender o ciclo de vida, mas também para subsidiar planos de conservação e manejo.
O projeto engloba 14 locais de coleta de amostras, sendo sete deles no curso principal do rio Solimões/Amazonas (Belém, Santarém, Manaus, Tefé, Tabatinga, Letícia na Colômbia e ainda Iquitos e Pucallpa no Peru). As outras sete localidades encontram-se em afluentes das duas margens do rio Amazonas, sendo três situadas à margem esquerda (Cidade de Vila Bitencourt no rio Japurá, Ipiranga no rio Içá e Boa Vista no rio Branco) e quatro à margem direita do rio Amazonas (Porto Velho no rio Madeira, Porto Maldonado nos rios Madre de Dios e Madeira, Lábrea no rio Purus e Cruzeiro do Sul no rio Juruá).
De acordo com o Pesquisador Giuliano Huergo, 33 “as espécies são consumidas em menor escala, a Piraíba é consumida mais no estado do Pará, no Amazonas eles são mais exportados do que consumidos”.
A equipe do projeto com o propósito de divulgar a pesquisa e aproximar ciência da sociedade, foi então gerado o jogo didático e dinâmico Piradados voltado ao público estudantil e comunidades dos municípios da região. O jogo reúne informações simplificadas sobre genética, ecologia, pesca e migração dos grandes bagres na Amazônia, bem como sua distribuição geográfica.
O ciclo de oficinas já foi realizado em nove municípios do interior do Estado do Amazonas. Estas cidades estão localizadas ao longo do rio Solimões (Tabatinga, Tefé, Coari, Manacapuru, Iranduba, Manaus e Itacoatiara), do rio Juruá (Eirunepé), do rio Purus (Lábrea) e do rio Madeira (Humaitá) onde a atividade pesqueira dos grandes bagres migradores está presente mais intensamente.
Com todo esse propósito de divulgar e conscientizar as sociedade que a ciência deve fazer parte conhecimento na vida de cada individuo, é importante ressaltar que essa pesquisa já realizada veio com um só propósito preservar a nossa região e tudo que nela há.

O conhecimento sProjeto Pirada leva conscientização e aproximação da ciência a população sobre os bagres migradores da região amazônica.obre os deslocamentos dos bagres que habitam nos rios da Amazônia, conseguidos por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), está sendo repassado às populações ribeirinhas cujo objetivo é estabelecer o que é possível retirar dos rios sem prejudicar a sustentabilidade do ecossistema.
A idéia do projeto por tratar-se de uma pesquisa sobre a migração de quatro espécies de bagres de água doce da região surgiram dos próprios pesquisadores, que corresponde à junção de uma pequena parte do nome de cada espécie no qual originou o título do projeto PIRADA ( PIRA de PIRAmutaba e PIRAíba e ADA de douraADA).
São os maiores migradores de água doce do mundo, pois percorrem o território geográfico e político de mais de cinco países amazônicos, num percurso de mais de 5 mil quilômetros para completar seu ciclo de vida.
O Projeto Pirada vem realizando um trabalho de identificação e caracterização genética dos estoques pesqueiros utilizando seqüências e controle do DNA mitocondrial, que permitem a identificação e localização dos peixes estudados.
Segundo os pesquisadores, além de conhecer a rota de migração das espécies, o projeto mostra-se de fundamental importância não só para melhor entender o ciclo de vida, mas também para subsidiar planos de conservação e manejo.
O projeto engloba 14 locais de coleta de amostras, sendo sete deles no curso principal do rio Solimões/Amazonas (Belém, Santarém, Manaus, Tefé, Tabatinga, Letícia na Colômbia e ainda Iquitos e Pucallpa no Peru). As outras sete localidades encontram-se em afluentes das duas margens do rio Amazonas, sendo três situadas à margem esquerda (Cidade de Vila Bitencourt no rio Japurá, Ipiranga no rio Içá e Boa Vista no rio Branco) e quatro à margem direita do rio Amazonas (Porto Velho no rio Madeira, Porto Maldonado nos rios Madre de Dios e Madeira, Lábrea no rio Purus e Cruzeiro do Sul no rio Juruá).
De acordo com o Pesquisador Giuliano Huergo, 33 “as espécies são consumidas em menor escala, a Piraíba é consumida mais no estado do Pará, no Amazonas eles são mais exportados do que consumidos”.
A equipe do projeto com o propósito de divulgar a pesquisa e aproximar ciência da sociedade, foi então gerado o jogo didático e dinâmico Piradados voltado ao público estudantil e comunidades dos municípios da região. O jogo reúne informações simplificadas sobre genética, ecologia, pesca e migração dos grandes bagres na Amazônia, bem como sua distribuição geográfica.
O ciclo de oficinas já foi realizado em nove municípios do interior do Estado do Amazonas. Estas cidades estão localizadas ao longo do rio Solimões (Tabatinga, Tefé, Coari, Manacapuru, Iranduba, Manaus e Itacoatiara), do rio Juruá (Eirunepé), do rio Purus (Lábrea) e do rio Madeira (Humaitá) onde a atividade pesqueira dos grandes bagres migradores está presente mais intensamente.
Com todo esse propósito de divulgar e conscientizar as sociedade que a ciência deve fazer parte conhecimento na vida de cada individuo, é importante ressaltar que essa pesquisa já realizada veio com um só propósito preservar a nossa região e tudo que nela há.

Nenhum comentário: